sábado, 10 de setembro de 2011

Mensagem aos meus amigos

Queridos amigos...



Nesta hora não poderia estar indiferente a tantas mensagens de carinho e de conforto pelo que aproveito para vos agradecer.

Tenho-vos a todos no coração e espero em breve estar de novo convosco diariamente.

Até lá, um forte abraço.

Bem Hajam,

Um XI-CORAÇÃO

Valdemar "Ferreira" Marinheiro

terça-feira, 15 de março de 2011

Junta de S. Paio de Oleiros = Linha da Frente

Tudo de muito bom ou ópimo para os meus bons amigos da Vila de S. Paio de Oleiros.
Votos sinceros de
Valdemar Ferreira Marinheiro

domingo, 7 de novembro de 2010

Jantar de Confraternização da Biblioteca de S. Paio de Oleiros

Com um número de presenças elevadíssima, teve lugar ontem dia 6 de Novembro de 2010, no Restaurante Marisqueira da Lapa o respectivo repasto.
 Foram três horas de uma salutar confraternização.
 As intervênções do Presidente da Direcção Doutor Anthero Monteiro, do Doutor Celestino Portela e do Presidente da Assembleia Geral Doutor Rocha serviram para realçar quanto é importante poder desfrutar-se desta Biblioteca.
     Foi dado a conhecer a  todos os presentes as tarefas que tem vindo a serem realizadas,bem como o apelo a novos associados, a importância de se fazerem leituras dos livros e os contactos havidos para a resolução de um local onde seja implantada em sede própria a Biblioteca.
    Foi cortado o Bolo pelo associado número dois António Valdemar e depois deste espectacular convívio a certeza em todos os presentes que novos eventos virão a ter lugar e que serão amplamente divulgados.
    Estive presente e saí de lá maravilhado.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O Senhor Presidente da Junta de Freguesia de S. Paio de Oleiros

Quem bem se quer ao acaso se encontram.
     Ontem via correio enviei uma carta, e dentro dela um convite dirigida ao Dignissimo Executivo ao cuidado do Senhor Presidente. Por laspo não tinha mencionado o dia e a hora do evento. Tentei telefonar-lhe mas por afazeres não lhe foi possivel atender o telemóvel e segundo palavras suas hoje de manhã um pouco mais tarde iria telefonar-me, mas eis que quando me dirigia a fim de me informar como ampliar umas folhas de A 4 para A3 o encontro.
      S. Paio de Oleiros é para mim uma terra querida, na qual tenho a felicidade de poder contar com muitos amigos, apesar de os muitos outros que já partiram.
      O actual Presidente do Executivo, apesar de ser um Jovem, é amigo da velha guarda.
      O nosso assunto foi breve e logo de imediato me confirmou que a sua presença era dado garantido.
     Pela disponibilidade e sensibilidade para o problema que é o alcoolismo, grato que lhe fico e quero aqui dar a conhecer o meu reconhecimento pela pronta deisponibilidade para se fazer representar.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Presidente da Junta e o Presidente da Biblioteca = Junta de Freguesia de S. Paio de Oleiros

Fiquei imensamente Feliz quando fui convidado pelo Presidente da Biblioteca e ilustre escritor Oleirense para estar presente no lançamento do seu último livro (obra Poética) e a proveitosa e ilucudativa entrevista ao Jornal Semanário Terras da Feira. Sendo eu associado da citada Biblioteca. Mas que últimamente nas vezes que lá tenho ído não tem coíncido nos encontrar-mos.
Uma abraço Amigo.
Sucesso e Felicidades.
David Capela
Desde a Campanha Eleitoral  que não me encontrava com o actual  Senhor Presidente da Junta de Freguesia David Capela, veio a acontecer na passada sexta-feira numa Assembleia de Freguesia de Nogueira da Regedoura, com a satisfação de o ouvia aquando convidado pelo Presidente da Assembleia de Freguesia de Nogueira da Regedoura, usou da ppalavra para afirmar:  que por sua parte haveria um total empenho para que a Unidade de Saúde Familiar para servir as duas Freguesia seja uma realidade.
  Na sua saída entre nós: os comprimentos de uma sã amizade e a despedida com um até breve.
  Sabendo e conhecendo a sua capacidade e dedicação acredito que S. Paio de Oleiros poderá esperar e contar com um dedicado Presidente.
   Os votos da maiores felicidade e um abraço a todos os Oleirenses por onde passo quase diáriamente e na qual conto com amizades verdadeiras.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Voga Hippie - 1968

Manias

Andam por aí alguns, que infelizmente se contam pelos dedos, convencidos que poderão ter algum protagonismo e se calhar com isso até podem ganhar um dinheirito, ou quem sabe se calhar até ganharam enquanto durou a Campanha Eleitoral em Moçambique e até podem continuar a ganhar. Deturpar a verdade é fácil, mas a mesma só r

deturpar a verdade, mas ela é como o azeite e vem que sem o minímo de

Drogas no tempo


Diversões


Muito eu e os meus camaradas da Briosa temos escrito respeitante a Metangula e Lago Niassa, ninguem bem intencionado dúvida do amor que nutrimos por lá, mas seguramente o que ajudou a crementar essa paixão, agora amor, forma sem dúvida a imaginação p+ara o desenvolvimento cultural.

domingo, 21 de março de 2010

Dia Mundial da Poesia= Doutor Anthero Monteiro = Freguesia de S.Paio de Oleiros

Reconhecimento e Admiração
Como gostaria de ter sido dotado com Veia Poética!!!
Neste dia Mundial da Poesia que me permita o amigo e, com a devida vênia publicar aqui palavras escritas na poesia da sua autoria.
  A vida é isso mesmo; caminhar, talvez à deriva, errando também, mas aprendendo sempre "Errar" significa "ir caminhando"pressupondo-se essa intrinseca aprendizagem.

Tardo em dizer-te adeus
porque é palavra que o vento e o mar
vêm repetindo em minha vez
enquanto apagam uma a uma
todas as pegadas que deixei nos areais.




segunda-feira, 15 de março de 2010

O Presépio do Cavalinho em S. Paio de Oleiros

O
1

A Famosa Tasca da Helena de outros Tempos
Era quase um ponto de paragem obrigatória para os Bebedores

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

José Fial = Na melhor das intenções

Quando a Noitinha Adormece

Quando a noitinha adormece,
Tudo tem mais esplendor
Sempre que a lua aparece
Com serenatas de amor.

Qaundo a noitinha adormece.
Olho p´ra ti  fascinado,
Se a tua boca me oferece
Esse beijo apaixonado.

Quando a noitinha adormece,
Os namorados nos leitos
Vão fazendo os alicereces
Dum mundo de amor perfeitos.

Quando a noitinha adormece
No  humilde povoado,
A noiva nos dedos tece
As rendas para o noivado.

Quando a noitinha adormece
Nos meus dias mais tristonhos,
Eu faço a Deus uma prece
Para te ver nos meus sonhos.

Quando a noitinha adormece
Comigo desanimado,
Dava tudo o que tivesse
Para acordar a teu lado.

Quando a noitinha adormece
Esperando um dia novo,
Nas esperança floresce
A força do nosso povo.

Quando a noitinha adormece,
O trabalhador descansa
Não ganhou o que merece,
Mas ganha uma nova esperança.

Quando a noitinha adormece,
Dentro da casa da lata.
O morador arrefece
Numa tristeza que mata.

Quando a noitinha adormece,
Na prisão alguma gente
Seu coração endurece
Por estar ali inocente.

Quando a noitinha adormece.
Há senhores que não dormem.
Esperam que o dia comece
Para explorar outro homem.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Etnia Cigana

Etnias e Discriminações

Os Ciganos
Nada melhor que com a devida vênia trazer aqui a celebre quadra de António Aleixo:-
Sei que pareço um ladrão
Mas há muitos que eu conheço
Que não parecendo o que eu sou
São aquilo que eu pareço
    Em todos os tempos foram discriminados e mal aceites na sociedade. São pessoas que se ligam por principios rigídos, muitos mantidos inalterados desde os primórdios da sua existência. Em tempo algum lhe foi dada a minima hipótese de uma reintegração plena nas sociedades em que estão inseridos.
Conheci e convivi com alguns e de entre esses destaco dois:- Um quando me encontrava em Nampula- Moçambique, que cumpria o serviço militar obrigatório e era Natural de Setubal. Foi-me apresentado por um Amigo do Exército e tive oportunidade de avaliar tratar-se de uma pessoa serissima. Um outro mais trade que me foi apresentado pelo meu saudoso Amigo António Passareta e que na verdade se tratava de uma  pessoa maravilhosa . Trabalhava numa pequena fábrica em Espinho e, gostava do que fazia, mas quando veio um leia que obrigava a que tivesse um minímo de habiltações como era analfabeto foi mandado embora. Era um rapaz que não estava comprometido pelo casamento, então desfrutava de total liberdade para nos acompanhar e partilhar com nós naquilo que  faziamos. Foram várias as sardinhadas e as pescarias e os comes e bebes. Quando ficou sem trabalho lamentou-se; porque tinha de voltar à venda, já que não sabia fazer mais nada e, sentia enorme dificuldade em  vender. De quando em vez e apesar de não já não viver em Espinho ainda lá  vem, dizia-me quem o conhece, que está bem, e que continua a ser uma excelente pessoa. Já leva vários anos que não nos encontramos, mas poderá esse reencontro se dar num destes dias. Até lá!... Obrigado Mi, por teres sido meu Amigo e, me teres dado a conhecer o quanto de bom existe dentro de ti. Há sempre quem faça a diferença.
A Crise :-   
Saber que a sua quase totalidade vive do Comércio e que hoje o forte desemprego afecta-os e de que maneira, pois quem não ganha não pode comprar. Como não têm quem compre as suas dificuldades aumentam e como tal a subsistência dos seu filhos sente-se comprometida.
     Apesar de ainda haver muita discriminação, eles lá vão conseguindo ultrapassar as muitas dificuldades para os filhos terem aproveitamento escolar, mais quando nunca lhees foi dada uma educação cultural de forma a ilucidá-los de quanto importante se torna a conclusão de estudos.
    ;Muitos miúdos continuam a faltar bastante, mas  aqueles que mantém uma assiduídade escolar regular o seu aproveitamento é normal. Prova que são dotados de capacidade para obterem resultados positivos.
     Urge uma politíca Educacional para que esta gente que em muitos casos têm raízes de muitos dos seus antepassados, venham ter direito uma integração plena. Os Ciganos não precisam de Esmolas. Precisam sim de condições igualitárias para que possam competir de igual com os restantes. Quer se concorde ou não, muitos deles são portugueses descententes de várias gerações de Ciganos nascidos no nosso Portugal.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Lista de Assassinatos- Junta Freguesia de S. Paio de Oleiros

1931
O estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto;

1932
Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;

1934,
 18 de Janeiro
Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal

1935
Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);

1936
Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro de 1934; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;

1937
Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;

1938
António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;

1939
Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;

1940
Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;

1941
Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal;

1942

Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;

1943
Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;

1944
General José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.

1945
Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;

1946
Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;

1947
José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;

1948
António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;

1950
Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;

1951
Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão;

1954
Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;

1957
Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;

1958
José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;

1961
Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;

1962
António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;

1963
Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;

1964
Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;

1965
General Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;

1967
 Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, more vítima de tortura na PIDE;

1968
 Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;

1969
 Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;

1972
José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na “fuga-libertação” de Alcoentre, em Junho de 1975;

1973
 Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;

1974,
 25 de Abril
Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas. A PIDE acaba como começou, assassinando. Aqui não ficam contabilizadas as inúmeras vítimas anónimas da PIDE, GNR e PSP em outros locais de repressão.
Mais ainda
Podemos referir, duas centenas de homens, mulheres e crianças massacradas a tiro de canhão durante o bombardeamento da cidade do Porto, ordenada pelo coronel Passos e Sousa, na repressão da revolta de 3 de Fevereiro de 1927.
Dezenas de mortos na repressão da revolta de 7 de Fevereiro de 1927 em Lisboa, vários deles assassinados por um pelotão de fuzilamento, à ordens do capitão Jorge Botelho Moniz, no Jardim Zoológico.
Dezenas de mortos na repressão da revolta da Madeira, em Abril de 1931, ou outras tantas dezenas na repressão da revolta de 26 de Agosto de 1931.
Um número indeterminado de mortos na deportação na Guiné, Timor, Angra e no Cunene.
Um número indeterminado de mortos devido à intervenção da força fascista dos “Viriatos” na guerra civil de Espanha e a entrega de fugitivos aos pelotões de fuzilamento franquistas.
Dezenas de mortos em São Tomé, na repressão ordenada pelo governador Carlos Gorgulho sobre os trabalhadores que recusaram o trabalho forçado, em Fevereiro de 1953. Muitos milhares de mortos durante as guerras coloniais, vítimas do Exército, da PIDE, da OPVDC, dos “Flechas”, etc.

Vítimas da PIDE - De 1950 a 1974!
Não sou muito destas coisas, mas hoje passou-me pela frente dos olhos este documento e vou aproveitar a oportunidade para o deixar aqui «arquivado».

1950,
 Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;

1951,
 Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão;

1954,
 Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;

1957,
 Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;

1958,
 José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;

1961,
 Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;

1962,
 António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;

1963,
 Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;

1964,
 Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;

1965,
 general Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;

1967,
 Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, morre vítima de tortura na PIDE;

1968,
 Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;

1969,
 Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;

1972,
 José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na "fuga-libertação" de Alcoentre, em Junho de 1975;

1973,
 Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;

1974,
 (dia 25 de Abril),
 Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

sábado, 12 de dezembro de 2009

Memórias da minha juventude!


O meu Lar:

Mesmo que a chuva e o frio, não sejam impeditivos para saír de casa, o acender da lareira e o poder recostar-me no conforto da minha cozinha, apreciando o pinheiro e outros enfeites natalícios, vêm-me à memória gradas recordações dos Natais da minha infância e juventude e com essas recordações e felicidade, leva-me hoje a continuar seguir fielmente o legado deixado pelos meus pais.

Tal como eles, uns três dias antes a patroa começa a meter de molho as "postalhaças" do grosso bacalhau, sempre comprado por mim, e as mergulha num grande bidão, com àgua abundante e a muda várias vezes.

A dispensa é abastecida com reforços de farinha, ovos e açucar, que aguardam pelas rabanadas e aletria.

Perservo um ritual que vem do tempo dos meus visavós, conservando esta ceia bacalhoeira no dia 24 .

Continua com a roupa-velha, ao almoço do dia 25, para à noite continuar com as postas do Bacalhau assado na brasa, bem regado com azeite novo vindo directamente do engenho.

Este Natal tradicional representa para mim uma quadra de plena felicidade, contrastando com a tristeza que sentia, quando na Briosa tinha de me sujeitar a outros usos e costumes tradicionais de outras localidades.

É este o meu Natal, mas respeito o dos outros. Fala a sabedoria popular. Cada Terra com seu Uso, cada Roca com seu Fuso.

A todos desejo: UM FELIZ NATAL

Dia a Dia

Questão de caracter:

No lugar certo
Todos os tempos são difíceis, mas por razões que não podem ser controladas, porque é a lei da própria vida que as determina, situações há que se tornam dramáticas, se não for alguem disponbilizar-se e tomar inciativas para as minimizar.
Assim aconteceu com uma familia que por razões de doênça incurável, um homem trabalhador e de uma seriedade inquestionável, com um número de filhos ainda no verso desaparceu.
Prova cabal da sua seriedade, tendo tratado a casa do seu amigo Zé Fial, e quando já bastante doente fez as contas e tinha de lucro 10.000$00, virou-se para o Amigo e disse-lh que tinha ganho bastante e como tal queria fazer-lhe os anexos de graça. O que veio a cumprir.
Ficou a viúva sem o minímo sustento para os Filhos, o que só por si já era agrave, pior ficou ainda quando a Senhora também pereceu e ficaram as crianças sem pai nem mãe e zero rendimento.
As gentes de Oleiros já tinha em anos ídos debatido-se com idênticos problemas, onde a solidariedade foi uma realidade.
Juntou-se um grupo de pessoas, de entre os quais, o Máximino Magno, o Pegas, o Padre Aurélio e o Cunha, indiferentes às complicações que daí poderiam advir, pelo facto Cunha ser perseguido, não esitaram e meteram mãos à obra. Começaram a fazer peditórios e a fazer as compras ded bens essenciais, ouvi nmais tarde da boca dessas criançãs então já homens que o Cunha tinha sido um verdadeiro Pai.
Não surpreende, já que nas gentes de S. Paio de Oleiros era normal existir essa genorisidade.

Convivendo!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Presenças na Festa do Avante

Filho de Peixe sabe nadarNão deias peixe há tua companheira, mas antes ensina-a a pescar.
Indesmentivel este exemplo, é de um provérbio Chinês.
Filho de um combatente anti-fascista, seguiu os pergaminhos de seu Pai, não porque ele lhe o tivesse imposto, mas os exemplos do seu Progenitor não lhe deixaram dúvidas que a luta que ele tinha travado, estava certa e devia ter seguidores.
O Zé Maria, miúdo que vi crescer,ainda muito novo e que nas reuniões que tinham lugar em casa de seus Pais, sempre queria e tinha vontade e disponiblidade de estar presente e participar nos trabalhos que se desenvolviam, muito cedo começou a ser aceite a ouvir-nos nas reuniões.
O Zé era como o algodão.
Mais tarde conheci o Zé a namorar, aquela que viria a ser a sua cara metade, também pertencente a uma familia de irmãos que tinham essas tendências.
Com o enlace, a miliância dela começou a desenvolver-se de forma regular e consistente.
A Fotografia mostra uma verdade indesmentível, o Zé e a sua companheira, são mesmo um caso coeso, onde o Amor fortalece.
Mesmo tgendo as suas vidas vidas ocupadissímas pelo trabalho na fábrica e a exploração de um café, não se desviam de marcar presença nos grandes eventos do Partido, e serem presenças anauais na Festa do Avante.
São Comunistas assumidos e ligam as suas convicçoes aos actos. Sinto um enorme oorgulho e até alguma vaidade em poder contar com eles no meu vasto rol de Amigos.
Aproveito para lhe reconhecer a forma tão amorosa como guardam os àlbuns das fotos do camarada Cunha, que lhas confiou antes de nos deixar fisícamente.
Tiveram a gentileza de me deixarem dispôr delas, e as divulgar no meu Blogge.
Obrigados Camaradas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Viver em Liberdade!

Todos os anos neste dia eles renasciam depois de 1974

Foram muitos anos de luta e privações para verem chegado o 25 de Abril 74

Perseguidos pelo Fascismo

Voltar atrás no tempo


Fielzinho e Cunha segundo e terceiro a contar da esquerda para a direita
Bufos:
Termo que se usava para identificar aqueles trabalhavam com a PIDE,colaborando e dunciando todo e qualquer movimento contra o regime ditatorial de Salazar.
Não eram poucas as vezes que denúnciavam pessoas que nada tinham a ver com estas questões, mas´só o faziam por motivos meramente pessoais.
Mas mesmo quando eram denunciados passavam muitas das vezes por maus bocados. Por vezes chegavam mesmo a ser condenados, pois não lhes era permitido provar a sua inocência.
Noutros locais conheci outras pessoas que tinham sido injustiçadas.
BUFOS E A PIDE:-
Raramente falhavam nas escolhas, mas como não há regra sem excepção, assim parece ter acontecido com o antigo chefe da estação de S. Paio de Oleiros de seu nome Rui.
O ordenado de Chefe da estação rondaria os 1.500$00, o de Bufo cerca de 800$00, isto permitiu-lhe viver um avida desafogada e ao que se julga saber nunca terá denunciado ninguem, mesmo que tenha privado de pperto com o Cunha e algumas vezes lhe tenha dado pistas que estyavam a apertar o cerco. Ainda é ivo e reside ali para os lados da Maia e ainda há bem pouco reafirmou aquilo que sempre tinha dito de não ter denunciado ninguem, ao que se julga saber os anti-facistas de Oleiros, nunca tiveram qualquer tipo de informação que ele os tivesse denunciado.
Cunha e os Amigos
Eram amigos inseparáveis, mas o Maximino Magno nunca se manisfestou politicamente, contudo quando a Pide apertava o cerco ali pelas bandas de S. Paio de Oleiros, os informadores falavam para um familiar do Máximino que se desviasse do Cunha de contrário acabaria por ter problemas.
Se isso lhe era dito para que avisassem o Cunha é assunto que nunca foi clarificado, mas sabe-se que alguns desses informadors até tinham trabalhado em equipas de solidariedade com ele. Vivia em casa de seu Pai, várias vezes apercebeu-se de movimentos estranhos, pela frincha da Janela de seu pai, via ali a ramona carregar homens de S. Paio de Oleiros e que já vinham com gente lá dentro,vinda de outros locais.
Assim vários anti-facistas de S. Paio de Oleiros eram levados e interrogados. Um desses o Fielzinho, enquanto aguardava a sua vez foi metido na cela com um responsável do P.C.P. que o instruiu como deveria falar e quando a PIDE lhe perguntasse quem lhe tinha ensinado a dizer aquilo, que respondesse que tinha sido ele o Anastácio Ramos. Fielzinho cumpriu rigorosamente com o que ele lhe tinha dito e nunmca levou nem um bofetada, ao Contrários dos Castros e principalmente o Neca que foi fortemente agredido.
Numa dessas vezes em que esteve preso, Ramio Sá Clouto quando foi libertado e dado o que tinha sofrido na Prisão falou com a mulher e soltou todas as galinas Patos e passaros, dizendo que a prisão era horrrivel e como tal ninguem tinha o direit de prender o que quer que fosse injustamente.
O preso mais perigoso e a abater seria o Cunha e como tal meteramlhe um pano preto, que seria a marca visível para acabar com ele, seguia o seu destino, quando na passagem por o último PIDE ele lhe perguntou de onde era, aliás a mesma pergunata que fazia aos outros, Cunha respondeu que era de Oleiros, mandou-lhe tirar o pano e disse-lhe que era de Lourosa e que o safaria, mas que nunca mais o voltava a fazer. Acontece que assim se safou da sentença final.
Com a chegada do 25 de Abril. o Cunha ainda o procurou, se calhar para lhe agradecer, mas nunca chegou a saber quem era;  lt;<&l;<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<





Estar Solidário
Quando uma familia numerosa e parte dela ainda se encontra em idade de berço, perde o seu
progenitor. Fácilimaginar o que acontece. Se não houver solidariedade

É preciso dar exemplo
Sempre Presente